Reajuste da Contribuição Financeira Regional
Maceió/AL, 10 de janeiro de 2026.
Abertura dos 800 anos da morte de nosso pai São Francisco.
Aos Ministros, Tesoureiros, irmãos e irmãs das Fraternidades Locais da OFS, Paz e Bem!
Para as despesas que ocorrem na vida da Fraternidade e para as necessárias às obras do culto, do apostolado e da caridade, todos os irmãos e irmãs ofereçam uma contribuição na medida de suas próprias possibilidades. Cuidem as Fraternidades locais de contribuir, por sua vez, para saldar as despesas dos Conselhos das Fraternidades de grau superior. REGRA DA OFS, 25.
Por meio desta, nos dirigimos fraternalmente a todas as Fraternidades Locais, para partilhar uma decisão que exige diálogo, compreensão e espírito de corresponsabilidade. Reproduzimos abaixo o texto da Carta do Nacional ao Regional:
“A organização da OFS em Fraternidades Regionais, Nacional e Internacional exige despesas. Os Conselhos destas Fraternidades existem para SERVIR aos irmãos(ãs) das Fraternidades Locais, a qual cada um de nós pertencemos. As Fraternidades Nacional e Internacional dependem exclusivamente da contribuição financeira remetida por cada irmão(ã). Que despesas são estas? São despesas com salários, benefícios e impostos sobre ordenados do funcionários, manutenção da sede, condomínio, energia, telefone, internet, correio, variados materiais de secretaria, site, mídias sociais etc. São despesas de viagens dos membros do Conselho, Assistentes e do Ministro Regional, para a realização das Visitas Fraternas Pastorais, Capítulos Eletivos. Despesas para as reuniões do Conselho Nacional, encontros, cursos de formação, publicações de livros, outros materiais de formação e a Contribuição Financeira à CFFB e CNLB. O Conselho Nacional se preocupa muito com a formação e tem publicado livros, Devocionário e a revista Paz e Bem. Tudo isso tem custo e para que possa funcionar é necessária uma base econômica com a corresponsabilidade de todos os irmãos(ãs) com a clareza de que cada um(a) é parte integrante de uma família, como está expresso nos artigos 25 da Regra e Vida e 30§3º das CCGG. Tudo isso faz parte da forma de vida evangélica e todos podem dar algo de sua pobreza.
Portanto, lembramos que para manutenção das despesas dos Conselhos Nacional e Internacional, devem contribuir os Professos ativos e afastados temporariamente, os Formandos (OFS e Jufristas Formandos) e os irmãos e irmãs inscritos no SEI. Com base nas atividades a serem realizadas, na previsão orçamentária e considerando o número estimado de irmãos(ãs) em nível nacional, chegou-se ao valor ideal de R$ 40,00 por irmão(ã) como contribuição ao Nacional, montante que permitiria cobrir integralmente as despesas previstas. Caso seja do interesse, o calendário de atividades e a previsão orçamentária poderão ser solicitados por e-mail ao Tesoureiro Nacional. Entretanto, após diálogo e discernimento, foi aprovado o valor de R$ 35,00 por irmão(ã), como forma de aliviar a carga financeira sobre os Regionais e as Fraternidades Locais, para isso o Conselho Nacional procurará reduzir as despesas ao máximo onde for possível.” ( Carta do Nacional sobre o reajuste da contribuição financeira.)
Após análise cuidadosa da situação financeira e das ações previstas no orçamento nacional, como também as ações do Regional, tornou-se necessário realizar um reajuste no valor da contribuição anual, que passará de R$ 60,00 para R$ 70,00. Recordamos que 50% do valor arrecadado pelo Regional é repassado ao Nacional, conforme as orientações da Ordem. Além disso, há um valor significativo que o Regional atualmente deve ao Nacional, o que exige um esforço conjunto para que possamos, ao mesmo tempo, cumprir nossos compromissos, amortizar essa dívida e garantir a execução das atividades previstas, como formações, encontros, Capítulos, acompanhamentos e demais ações pastorais e fraternas. Sem esse reajuste, infelizmente, tornar-se-ia inviável manter o funcionamento regular das atividades do Regional e honrar os compromissos assumidos em nível nacional.
Temos plena consciência das dificuldades financeiras enfrentadas por muitos de nossos irmãos e irmãs, sobretudo no contexto social e econômico atual. Por isso, esta decisão não foi tomada de forma leviana, mas com senso de responsabilidade, diálogo e fidelidade à missão da OFS. Diante disso, pedimos a compreensão, a sensibilidade e o espírito fraterno de todos, confiantes de que, unidos, conseguiremos fortalecer nossa Ordem e continuar servindo com fidelidade ao carisma franciscano. Que nosso pai São Francisco de Assis, nos inspire na vivência da simplicidade, da partilha e da comunhão fraterna.
Fraternalmente,
José Flávio Martins da Silva
Ministro Regional
Márcio José de Lima
Tesoureiro Regional
Comentários
Postar um comentário